

HSE ANALYTICS
HSE Analytics
" Transformando indicadores em prevenção e decisão."
"Minha trajetória como Técnico de Segurança do Trabalho e Gestor me permitiu vivenciar de perto os desafios da gestão de riscos em ambientes complexos. Hoje, uno essa experiência prática à Ciência de Dados para criar soluções que vão além da simples visualização: eu traduzo métricas de conformidade e incidentes em estratégias preventivas. No HSE Analytics, o foco é a inteligência aplicada à preservação da vida e à continuidade operacional, garantindo que cada dashboard seja uma ferramenta ativa na cultura de Segurança e Saúde (NR-37 e normas correlatas)."
Case NR-37

Contexto
No setor de óleo e gás, a segurança operacional é o pilar fundamental. Este projeto simula a gestão de indicadores de HSE (Health, Safety, and Environment) em uma unidade offshore, onde o monitoramento constante de incidentes e a conformidade com normas regulamentadoras, como a NR-37, são vitais para a continuidade do negócio e a preservação da vida.
Objetivo do Projeto
Desenvolver uma ferramenta de Business Intelligence que centralize métricas críticas de segurança, permitindo aos gestores identificar áreas de risco, tipos de lesões mais frequentes e tendências temporais de acidentes para direcionar investimentos em treinamentos e EPIs de forma preditiva.
Principais Análises
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Gestão de Severidade: Monitoramento de 97 incidentes totais, com foco nos 22 casos graves e no impacto direto de 402 dias de afastamento.
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Mapeamento Setorial: Identificação da Perfuração (27 ocorrências) e Máquinas (24 ocorrências) como os setores de maior criticidade.
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Diagnóstico de Agentes: Análise detalhada dos fatores causadores, revelando que Cortes (34,02%) e Quedas (26,8%) dominam o cenário de riscos.
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Turno e Gênero: Cruzamento de dados que aponta o turno da Noite (55 incidentes) como o período de maior vulnerabilidade operacional.
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Sazonalidade (2024-2026): Comparativo histórico mostrando um alerta de aumento de incidentes no início de 2026 em relação aos anos anteriores.
Ferramenta utilizada
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Power BI: Para a modelagem de dados e criação de medidas em DAX.
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Excel: Utilizado no tratamento da base de dados (ETL).
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Figma / Design Gráfico: Planejamento do layout (Background) focado em UX/UI, utilizando cores de alerta e tipografia clara para facilitar a leitura em ambientes de alta pressão.
Diferenciais do projeto
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Foco em Conformidade: Alinhamento direto com as exigências da NR-37 para plataformas de petróleo.
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Visual Storytelling: Uso de indicadores tipo "gauge" e cartões de destaque para leitura rápida dos KPIs principais.
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Análise de Tendência: Inclusão de projeções para os primeiros meses de 2026, permitindo uma gestão proativa antes do fechamento do semestre.
Conclusão
O dashboard revela que, embora o volume de treinamentos (61) seja expressivo, a concentração de incidentes no setor de Perfuração e no turno da noite exige uma revisão estratégica. A ferramenta prova que o uso inteligente de dados permite transformar registros brutos em decisões que salvam vidas e reduzem custos operacionais com afastamentos.
Ações recomendadas
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Foco em Perfuração: Implementar auditorias comportamentais específicas e reforço de Diálogos Diários de Segurança (DDS) voltados para este setor.
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Gestão Noturna: Intensificar a supervisão e iluminação no turno da noite, onde o volume de desvios é 31% superior.
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Prevenção de Lesões: Revisão técnica da luvas e ferramentas manuais para mitigar o alto índice de cortes (34%), além de workshops de conscientização sobre riscos de queda.
Fonte dos dados
Dados simulados com base em métricas reais de operações offshore e registros de segurança do trabalho do setor de energia.
Riscos & EPIs
Contexto
Este projeto tem como objetivo analisar acidentes de trabalho em uma empresa offshore de produção, utilizando dados simulados com características realistas, visando identificar padrões, riscos e oportunidades de prevenção.
Objetivo do Projeto
O objetivo deste projeto foi desenvolver uma ferramenta de inteligência operacional para o monitoramento crítico de segurança do trabalho em unidades de produção offshore. O foco está em identificar a correlação entre o uso de EPIs e a gravidade dos acidentes, além de mapear os períodos de maior vulnerabilidade (sazonalidade) e os setores com maior incidência de afastamentos, permitindo uma gestão de riscos preditiva e não apenas reativa.
Principais Análises
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Severidade e Status: Monitoramento em tempo real do nível de gravidade dos acidentes, com um indicador de "Situação Atual" que aponta um estado crítico (65,4% de gravidade).
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Conformidade de EPI: Análise direta do impacto da segurança individual, revelando que 37,52% dos acidentes ocorreram sem o uso adequado de EPIs.
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Distribuição Setorial e Turnos: Mapeamento de ocorrências por setor, destacando a Produção (1803) como área crítica, e a segmentação entre turnos Diurno e Noturno.
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Tipologia de Incidentes: Identificação detalhada das causas principais, como Quedas (1468 ocorrências) e Impactos.
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Impacto no Negócio (LTI): Mensuração do Total de Dias de Afastamento, correlacionando-os com o tipo de acidente (ex: Explosão gerando 499 dias).
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Tendência Temporal: Gráfico de evolução mensal que mostra um aumento expressivo de ocorrências no último trimestre do ano (atingindo 1660 em dezembro).
Ferramenta utilizada
Tecnologia: Desenvolvido em Microsoft Excel.
Diferenciais do projeto
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Abordagem de Especialista (TST): O projeto não foca apenas em números, mas em indicadores fundamentais de segurança do trabalho, como a relação entre EPI e severidade.
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Visualização de Alerta: Uso de um gráfico de "Gauge" (velocímetro) para indicar o nível de risco da operação, facilitando a leitura imediata para tomada de decisão.
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Análise de Afastamento: Diferencia-se por quantificar a perda de produtividade através dos dias de afastamento, unindo o olhar de segurança com o de gestão de recursos.
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UX Design Aplicado: Interface em Dark Mode com cores contrastantes (semáforo) para destacar áreas de perigo e segurança de forma intuitiva.
Conclusão
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Vulnerabilidade Crítica: Identificação de alta incidência de acidentes por falta de uso adequado de EPIs.
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Análise Temporal: Descoberta de variações sazonais que impactam o planejamento preventivo.
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Setores de Risco: Mapeamento de áreas específicas com maior frequência de ocorrências graves.
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Impacto Operacional: Métricas de Produtividade.
Ações recomendadas
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Foco nos setores mais críticos: Implementar treinamentos e reforço de segurança nos setores que registraram maior número de acidentes, com monitoramento constante dos resultados.
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Campanhas de conscientização sobre uso de EPI: Intensificar a comunicação e fiscalização do uso correto de EPIs, visando reduzir acidentes graves associados à sua não utilização.
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Análise contínua da sazonalidade: Estabelecer monitoramento mensal dos acidentes para antecipar períodos de maior risco e planejar ações preventivas específicas.
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Aprimoramento dos processos de trabalho: Revisar e adaptar procedimentos operacionais nas atividades associadas aos tipos de acidente mais frequentes e graves, para reduzir riscos.
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Investimento em saúde ocupacional: Desenvolver programas para acompanhamento dos colaboradores afastados, visando retorno seguro e redução do tempo de afastamento.
Essas ações, fundamentadas na análise dos dados, podem contribuir para a redução dos acidentes, melhoria da segurança no ambiente offshore e otimização dos recursos da empresa.
Fonte dos dados
Base de dados fictícia (simulada), construída para fins de estudo e portfólio, com base em padrões reais de acidentes de trabalho no setor offshore.
Fases do projeto
A. Base de Dados Operacional: Dataset inicial contendo os registros de incidentes offshore. A etapa de tratamento focou na correção de numeração de registros e padronização de categorias de risco, eliminando ruídos que poderiam comprometer a precisão dos indicadores de segurança.

B. Base de Dados Tratada (Clean Data): Nesta etapa, apliquei o tratamento de dados via Power Query para garantir a precisão da análise de riscos. O processo incluiu a remoção de duplicatas, a padronização de categorias de acidentes e a formatação rigorosa de campos de data e gravidade, estruturando uma base sólida para a geração de KPIs de segurança.

C. Análise (Tabelas Dinâmicas)
Utilizei Tabelas Dinâmicas para modelar os dados de segurança e extrair métricas críticas de operação. Nesta etapa, os dados foram agregados para calcular o índice de acidentes por setor, a gravidade das ocorrências (Dias de Afastamento) e a correlação entre o uso de EPIs e a taxa de incidentes. Essa modelagem foi essencial para estruturar os indicadores que alimentam o dashboard final.

D. Dashboard (Visualização Final)
O Dashboard foi desenvolvido como uma ferramenta de suporte à decisão, priorizando a clareza visual sobre indicadores críticos de risco. Utilizei gráficos de barras para frequência de acidentes, indicadores de severidade e segmentadores por unidade/setor. Essa interface permite que a gestão identifique instantaneamente áreas de perigo e direcione treinamentos e recursos para prevenir novas ocorrências

Este dashboard permite uma visão 360º da segurança operacional, transformando dados brutos em decisões estratégicas para a redução de acidentes offshore.